...''A partir de agora'', entro em período de reflexão, pois pouco ou nada me identifico com o período em que vivo (contemporâneo, e o modernismo, está um pouco vazio…para continuar). Embora tenha a noção de, para onde quero ir; o caminho mais fácil está sempre à espreita (o comodismo, ou pseudo estilo, onde se já está programado, treinado, tal como a máquina, daí, ser preciso romper de vez em quando, acredito no regresso à ‘’tradição’’, ou na viagem de auto conhecimento, que não deve ser centrada no nosso passado ou ego, mas no passado colectivo e na nossa herança cultural.