Claude Monet (1840 - 1926)

«...meu único mérito consiste no facto de eu me sujeitar ao instinto; foi graças a estas forças reencontradas e predominantemente intuitivas e secretas que consegui identificar-me com a criação dissolvendo-me nela...[e assim] cheguei ao último ponto da abstração e da imaginação ligada à realidade.»

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