Edvard Munch (1863 - 1944)

«Na realidade, a minha arte é uma confissão feita de minha própria e livre vontade, uma tentativa de tornar clara a minha própria noção de Vida... no fundo é uma espécie de egoísmo, mas não desistirei de ter esperança de que, com a sua intervenção, eu possa ser capaz de ajudar outros a atingir a sua própria clareza.»

«Estive à beira da loucura - foi arriscado...»

«Pintei os traços e as cores que afectaram o meu olhar interior. Pintei de memória sem nada acrescentar, sem os pormenores que já não via à minha frente. É esta a razão da simplicidade das minhas telas, do seu óbvio vazio. Pintei as impressões da minha infância, as cores esbatidas de um dia esquecido.»

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