Oliva Creative Factory

Domingo de manhã, ainda ia no primeiro café/ cimbalino/ na primeira bica do dia, já perceberam, após algumas noites mal dormidas, fui ver o que havia de novo na Oliva Creative Factory, em São João da Madeira, esperavam-me duas novas exposições, “Os animais que ao longe parecem moscas” de João Maria Gusmão e Pedro Paiva e ‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre, vivi momentos de alienação quase total, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, foram os mais jovens artistas a representar Portugal na Bienal de Veneza, em 2009. Pessoalmente não gostei, não me disse nada, nem tem que me dizer nada, como dizia Max Ernst ‘’A arte nada tem a ver com o gosto. A arte não está lá para ser degustada.’’ 

Adiante, ‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre, aqui voltamos à arte bruta, género que aprecio relativamente há cerca de uma década, um pouco mais, um pouco menos, já tinha visto parte da coleção, numa exposição que ainda decorre e que deve estar quase, quase a terminar neste mesmo espaço, Oliva Creative Factory, gostei parcialmente, tendo apreciado especialmente, o trabalho de Dwight Mackintosh. 

Seguem algumas fotos de ambas as exposições, mas, nada como passar pela Oliva e tirarem as vossas próprias conclusões, tendo em conta que a entrada é gratuita ao domingo de manhã, é sempre uma mais-valia para os que procuram um espaço onde possam encontrar arte.


“Os animais que ao longe parecem moscas” de João Maria Gusmão e Pedro Paiva

















‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre





















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