Natureza morta com cesta azul e limões




Natureza morta com cesta azul e limões
Março de 2017
Técnica mista sobre tela (acrílico e óleo), 35 x 55 cm



SketchBook

Mais um caderno de esboços a chegar ao fim, ideias, apontamentos, desenhos, rascunhos, enfim... um diário visual, quanto ao valor que se possa atribuir a cada um deles, é-me indiferente, em parte são pessoais, em parte públicos, não estão disponíveis, embora algumas folhas sejam soltas para encontrar outra forma de estar. 
















Caneta sobre papel, ano de 2017



Uma forma de matar o tempo, antes que o tempo me mate a mim

Horas mortas... tic, tac... tic, tac...
A hora da morte já há muito que está marcada, não adianta fugir, até lá...













Caderno de esboços, ano de 2017...



Serie de estudos para uma natureza morta

Serie de estudos para uma natureza morta, duas peças encontradas no lixo, uma jarra de barro e um objecto também de barro, qual taça, ou depositário de terra e flores, em estado pouco degradado, depois de uma ligeira limpeza, passaram a fazer parte dos objectos que uso para focar a atenção... 
O que tem de especial? Nada. 

''Nada é trivial''





















Serie de estudos para uma natureza morta
Ano de 2017
Caneta sobre papel, caderno de esboços



O RETRATO COMO MEIO PARA A EXPERIMENTAÇÃO MATERIAL, COMPOSITIVA E PROCESSUAL

A decorrer no Centro Coordenador de Apoio Parental da FAPFEIRA, em Santa Maria de Lamas, a exposição ''O RETRATO COMO MEIO PARA A EXPERIMENTAÇÃO MATERIAL, COMPOSITIVA E PROCESSUAL'' de Fábio Araújo.

Fui, vi e gostei, Fica a sugestão, termina a 12 de Maio.













Exposição de Pintura de Armando Rosendo.










Hoje visitei a exposição de pintura do artista e amigo Armando Rosendo, que está a decorrer na livraria Vício das Letras, em Santa Maria da Feira, a exposição pode ser vista até 9 de Junho, com obras desde 1975 (criadas ainda em Angola), até ao período mais actual

RECOMENDO



A nascente de água




A nascente de água
Abril de 2017, Raiva
Acrílico e pequenos fragmentos sobre tela, 35 x 55 cm



O bosque




O bosque, que inspirou a obra com o mesmo nome, publicada num post anterior, o original (aqui em foto) é da coautoria de um amigo, Rui Pereira, com a Natureza e, na minha crença pessoal, com o Criador. 





O esboço a carvão... 






Pausa para uma sanduíche e recuperar energias...






Resta-me agradecer a extrema amabilidade do amigo, Rui Pereira, que me acolheu e deu a conhecer pontos estratégicos no terreno, para além de me mostrar um pouco da cultura e dos lugares da região, parti com saudades, ainda antes de iniciar a viagem de regresso, não vejo ainda necessidade de explorar os trópicos como fez um dos meus pintores preferidos, Paul Gauguin, quando o nosso país tem tanta beleza e cultura ainda por explorar.



O castanheiro




Uma das obras que mais prazer me deu levar a cabo em Raiva, foi ''o castanheiro'', um castanheiro imponente, despido ainda de folhagem, o local perfeito para o enquadramento, era no entanto um tanto ''arriscado'', um pouco mais à frente, do local que escolhi para executar a obra, podia mergulhar numa queda de uns poucos metros, facto que me passou ao lado, pois recuar, seria estragar o enquadramento... O vento lá apareceu um pouco depois, e teimou em empurrar o cavalete, sempre para a frente, o facto de eu ainda não saber flutuar, obrigou-me a travar uma pequena batalha, e a obra lá foi surgindo... 









O castanheiro...






Um outro ponto de vista, captado pela minha dama.






Um apontamento a carvão, e uns toques de tinta, ou o esqueleto da obra.






É sempre gratificante quando se obtém um pouco mais, que o resultado esperado



A nascente de água

Uma das obras criadas em Raiva, Castelo de Paiva, foi ''A nascente de água'', sempre que encontro, ou disponho de um lugar com água a correr, torna-se uma escolha preferencial, dado ao efeito tranquilizante do som da água em movimento.

Deixo-vos com esta partilha, as obras finalizadas, virão a público brevemente, com excepção da já partilhada ''O bosque, Raiva''.   





Embora o cavalete esteja posicionado à direita da nascente e não de frente, foi a forma que encontrei, para apoiar o cavalete devidamente.






A nascente de água, o lugar perfeito...






Após uma longa jornada, já dá para antever a obra.