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Paisagem, junto às ribeiras de Fiães

«Na realidade, a minha arte é uma confissão feita de minha própria e livre vontade, uma tentativa de tornar clara a minha própria noção de Vida... no fundo é uma espécie de egoísmo, mas não desistirei de ter esperança de que, com a sua intervenção, eu possa ser capaz de ajudar outros a atingir a sua própria clareza.»  «Estive à beira da loucura - foi arriscado...»  «Pintei os traços e as cores que afectaram o meu olhar interior. Pintei de memória sem nada acrescentar, sem os pormenores que já não via à minha frente. É esta a razão da simplicidade das minhas telas, do seu óbvio vazio. Pintei as impressões da minha infância, as cores esbatidas de um dia esquecido.»   Edvard Munch (1863 - 1944)



Paisagem, junto às ribeiras de Fiães
Ano: 2022
Acrílico sobre tela, 50 x 70 cm


«Na realidade, a minha arte é uma confissão feita de minha própria e livre vontade, uma tentativa de tornar clara a minha própria noção de Vida... no fundo é uma espécie de egoísmo, mas não desistirei de ter esperança de que, com a sua intervenção, eu possa ser capaz de ajudar outros a atingir a sua própria clareza.»

«Estive à beira da loucura - foi arriscado...»

«Pintei os traços e as cores que afectaram o meu olhar interior. Pintei de memória sem nada acrescentar, sem os pormenores que já não via à minha frente. É esta a razão da simplicidade das minhas telas, do seu óbvio vazio. Pintei as impressões da minha infância, as cores esbatidas de um dia esquecido.»


Edvard Munch (1863 - 1944)


Quinta do padre Lobo - Santa Maria da Feira

«Era sempre para organizar» «era para ordenar as sensações, para procurar um método que me conviesse absolutamente... Era sempre em ordem a uma posse do meu cérebro, de uma espécie de hierarquia de todas as minhas sensações que me teriam permitido que concluísse.»   Henri Matisse (1869 - 1954)



Quinta do padre Lobo - Santa Maria da Feira
Ano: 2021
Acrílico sobre tela, 45 x 35 cm


«Era sempre para organizar»
«era para ordenar as sensações, para procurar um método que me conviesse absolutamente... Era sempre em ordem a uma posse do meu cérebro, de uma espécie de hierarquia de todas as minhas sensações que me teriam permitido que concluísse.»


Henri Matisse (1869 - 1954)


Carrousel de la Tour Eiffel - Paris

''Ajuda-me a passar o hoje, e não temerei o amanhã''   São Felipe Neri


Carrousel de la Tour Eiffel - Paris
Ano: 2020
Acrílico sobre tela, 60 x 80 cm


''Ajuda-me a passar o hoje, e não temerei o amanhã''


São Felipe Neri




Uma casa em ruínas




Uma casa em ruínas, passadiços das Ribeiras de Fiães (Visão Picassiana) 
Ano: 2020
Acrílico sobre tábua, 44 x 46 , 5 cm


Torre de observação de aves, parque das Ribeiras de Fiães

Esta torre, de observação de aves, no parque das Ribeiras de Fiães, uma construção tão simples e que no entanto enriquece este local, porto de abrigo de enamorados e local de aventuras para os mais pequenos, quase uma reminiscência das aventuras de Tom Sawyer.


Torre de observação de aves,
parque das Ribeiras de Fiães
Ano: 2020
Acrílico sobre tábua, 44 x 46, 5 cm


Esta torre, de observação de aves, no parque das Ribeiras de Fiães, uma construção tão simples e que no entanto enriquece este local, porto de abrigo de enamorados e local de aventuras para os mais pequenos, quase uma reminiscência das aventuras de Tom Sawyer.


Pavão Diurno

O Pavão diurno, é uma borboleta que encontro várias vezes nas Ribeiras de Fiães, fiz este pequeno apontamento.


Pavão Diurno, 
passadiços das Ribeiras de Fiães
Ano: 2020
Acrílico sobre tábua, 44 x 46, 5 cm


O Pavão diurno, é uma borboleta que encontro várias vezes nas Ribeiras de Fiães, fiz este pequeno apontamento.


Uma casa em ruínas, passadiços das Ribeiras de Fiães



Uma casa em ruínas,
passadiços das Ribeiras de Fiães
Ano: 2020
Acrílico sobre tela, 50 x 60 cm


Natureza morta, pipo, crivo, candelabro e panela.

Na série de naturezas mortas, que tenho vindo a compor, procuro objectos considerados de outros tempos, tal como uma casa em ruínas encerra histórias, das gentes que lá habitaram, também os objectos do passado têm algo a contar. Em cada natureza morta, procuro despertar um diálogo visual entre os objectos, na esperança de que contem uma história, ou de que a despertem na mente de quem as vê.



Natureza morta, pipo, crivo, candelabro e panela.
Ano: 2019
Técnica: acrílico sobre tela
Medidas: 70 x 50 cm 
Coleção particular 


Na série de naturezas mortas, que tenho vindo a compor, procuro objectos considerados de outros tempos, tal como uma casa em ruínas encerra histórias, das gentes que lá habitaram, também os objectos do passado têm algo a contar.
Em cada natureza morta, procuro despertar um diálogo visual entre os objectos, na esperança de que contem uma história, ou de que a despertem na mente de quem as vê.

natureza morta com bilha e copo de barro




Natureza morta com bilha e copo de barro
Março de 2017
Técnica mista sobre tela (acrílico e óleo), 33 x 22 cm
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Natureza morta com cesta azul e limões



Natureza morta com cesta azul e limões
Março de 2017
Técnica mista sobre tela (acrílico e óleo), 35 x 55 cm
Museu de Ovar

A nascente de água



A nascente de água
Abril de 2017, Raiva
Acrílico e pequenos fragmentos sobre tela, 35 x 55 cm
Coleção particular

A nascente de água

Uma das obras criadas em Raiva, Castelo de Paiva, foi ''A nascente de água'', sempre que encontro, ou disponho de um lugar com água a correr, torna-se uma escolha preferencial, dado ao efeito tranquilizante do som da água em movimento.

Deixo-vos com esta partilha, as obras finalizadas, virão a público brevemente, com excepção da já partilhada ''O bosque, Raiva''.   





Embora o cavalete esteja posicionado à direita da nascente e não de frente, foi a forma que encontrei, para apoiar o cavalete devidamente.






A nascente de água, o lugar perfeito...






Após uma longa jornada, já dá para antever a obra.



Plein air, Raiva, Castelo de Paiva





Os últimos dias foram passados no meio da Natureza, em Raiva, Castelo de Paiva, terra de História e de muita cultura, de pessoas generosas e de paisagens lindíssimas, as obras que lá nasceram vão ecoar esses bons momentos...






O bosque, Raiva
Abril de 2017
Acrílico sobre tela, 40 xx 55 cm
Coleção particular
...

A última obra, pintada em Raiva, Castelo de Paiva, é a primeira que partilho, esta obra é apenas um ténue eco do verdadeiro bosque, que está a ser criado por um amigo, um bosque de carvalhos e sobreiros, árvores autóctones da região e não o eucalipto, que faz correr rios de dinheiro, mas que todos os anos vemos a arder em Portugal...



O moinho

Última sessão... e um, ou outro retoque. O lugar em si é qualquer coisa, é um deserto de vivalma durante a semana, tem o seu encanto... ...  «Gostaria de falar-lhe um pouco daquilo que faço, mas é de tal modo especial, tão ''fora-da-lei''. O meu pai chamar-me-ia certamente, outsider...»  Henri de Toulouse - Lautrec (1864 - 1901)



O moinho
Outono de 2016, Várzea, Pigeiros
Acrílico sobre tela, 35 x 55 cm
Coleção particular

Última sessão... e um, ou outro retoque.
O lugar em si é qualquer coisa, é um deserto de vivalma durante a semana, tem o seu encanto...
...

«Gostaria de falar-lhe um pouco daquilo que faço, mas é de tal modo especial, tão ''fora-da-lei''. O meu pai chamar-me-ia certamente, outsider...»

Henri de Toulouse - Lautrec (1864 - 1901)


Work in progress - Moínho, Parque de Lazer da Várzea-Pigeiros



A minha próxima obra, ''O moinho, Parque de Lazer da Várzea-Pigeiros'', aqui em fase já adiantada.
Este é um lugar interessante para se pintar, de manhã, só recentemente o descobri, tem o inconveniente dos ''mirones'', que são capazes de estacionar o mais perto possível de quem precisa de estar concentrado, a olharem com a voracidade de uma ave de rapina, sem qualquer pudor ou respeito, não vejo mal em querer ver, olhar, pedir para fotografar, como já me aconteceu noutros locais, mas respeitem, não se trata de um numero de circo com entrada livre, mas de um processo criativo.

 

7 Girassóis




7 Girassóis
Agosto de 2016, Caldas de São Jorge
Acrílico sobre tela, 50 x 40 cm
Coleção particular


Todos os anos espero por eles (Girassóis), não para os arrancar e compor numa natureza morta, ao sabor de um capricho, mas para os pintar ou contemplar no local onde nasceram e onde deveriam ''finar-se'', quando eu morrer, não quero flores, elas não tem culpa de que eu morra, nem de que me apaixone. É preferível levar a pessoa, a quem se quer oferecer flores a contemplar um jardim, ou plantar um jardim para essa pessoa...Em todo o caso, podem oferecer-lhe a imagem dessas flores. 



Monte do Coteiro, Mozelos




Monte do Coteiro, Mozelos. 
Julho de 2016
Acrílico sobre tela, 40 x 50 cm 


Reza a lenda que neste local, uma princesa Moura se apaixonou por um soldado romano de nome Taio... 


Manhã de Inverno



Manhã de Inverno
2015/2016 Caldas de São Jorge
Acrílico sobre tela, 47 x 33 cm
Coleção particular


Tarde de Verão, Caldas de São Jorge



Tarde de Verão, Caldas de São Jorge
Ano: 2015
Acrílico sobre tela, 46 x 33 cm
Coleção particular 


Zona envolvente do Castelo de Santa Maria da Feira



Zona envolvente do Castelo de Santa Maria da Feira
Ano: 2015
Acrílico sobre tela, 33 x 47 cm


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