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Holy Forever

A obra, ''Holy Forever'', que inicialmente teve por título, ''Vinde a Mim'', representa Jesus, de forma mais pop, mais kawaii, que surge por entre as nuvens, irradiando alegria, as suas chagas, agora corações abertos, sinais do seu sacrifício e amor pela humanidade, convidam-nos à paz e à reconciliação, num abraço que se estende a todos os povos.
Holy Forever



Holy Forever
Ano_ 2026
Acrílico sobre tela, 60 x 50 cm

A obra, ''Holy Forever'', que inicialmente teve por título, ''Vinde a Mim'', representa Jesus, de forma mais pop, mais kawaii, que surge por entre as nuvens, irradiando alegria, as suas chagas, agora corações abertos, sinais do seu sacrifício e amor pela humanidade, convidam-nos à paz e à reconciliação, num abraço que se estende a todos os povos.    

Obra apresentada no Multiusos de Gondomar na exposição 100 artistas Gondomar 2026, 

A música de louvor ''Holy Forever'', deu título à minha obra, fica a partilha para que possam ouvir.

Holy Forever (Live) - Jenn Johnson, Bethel Music




Navegar contra a corrente

Um mergulho no subconsciente... com referências cristãs, o peixe, a âncora e a pomba... algures entre corais e grutas subaquáticas.    Navegar (Outra Vez Me Vejo Só)  Outra vez me vejo só, com meu Deus Não consigo mais fugir, fugir de mim Junto às águas deste mar vou lutar Hoje quero me encontrar Buscar o meu lugar  Vou navegar, nas águas deste mar Navegar, eu quero me encontrar Navegar, não posso mais fugir Vou procurar, nas águas mais profundas No mar, feliz eu vou seguir Só amar, buscar o meu lugar Sem dúvidas, sem medo de sonhar!  Ó Jesus, com fé eu te seguirei Só contigo sou feliz, Tu és em mim! Teu espírito de amor criador Me sustenta no meu sim Me lança neste mar!  Vivo a certeza desta missão Já não posso desistir, voltar atrás Mãe Maria, vem tomar minha mão E me ajuda a ser fiel Só Cristo é luz e paz!     Carlos Alberto Tolovi

 

Navegar contra a corrente
Ano: 2025
Acrílico sobre tela

Um mergulho no subconsciente... com referências cristãs, o peixe, a âncora e a pomba... algures entre corais e grutas subaquáticas. 


Navegar (Outra Vez Me Vejo Só)

Outra vez me vejo só, com meu Deus
Não consigo mais fugir, fugir de mim
Junto às águas deste mar vou lutar
Hoje quero me encontrar
Buscar o meu lugar

Vou navegar, nas águas deste mar
Navegar, eu quero me encontrar
Navegar, não posso mais fugir
Vou procurar, nas águas mais profundas
No mar, feliz eu vou seguir
Só amar, buscar o meu lugar
Sem dúvidas, sem medo de sonhar!

Ó Jesus, com fé eu te seguirei
Só contigo sou feliz, Tu és em mim!
Teu espírito de amor criador
Me sustenta no meu sim
Me lança neste mar!

Vivo a certeza desta missão
Já não posso desistir, voltar atrás
Mãe Maria, vem tomar minha mão
E me ajuda a ser fiel
Só Cristo é luz e paz!




Carlos Alberto Tolovi



“Cada alma é um universo de dignidade infinita”



“Cada alma é um universo de dignidade infinita”

Franciscus 






Na edição da  “lavra… Boletim de Poesia” n.º 40 , referente aos meses de Julho/Agosto/Setembro de 2025.

Desenho meu, ao lado poemas de Ana Santos e Domingos da Mota



Divina Misericórdia, Jesus eu confio em Vós

''Que amor é este que não se cansa de perdoar?''   Augusto Cury





''Que amor é este que não se cansa de perdoar?''


Augusto Cury



Divina Misericórdia, Jesus eu confio em Vós
Acrílico sobre tela, 50 x 40 cm
Ano: 2024

Inspirado na Divina Misericórdia e no Santíssimo Sacramento criei esta obra.

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Jo 6, 30-35


«Que sinal realizas Tu, então, para nós vermos e crermos em ti? Que
obra realizas Tu? Os nossos pais comeram o maná no deserto,
conforme está escrito: Ele deu-lhes a comer o pão vindo do Céu.» E
Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Não foi
Moisés que vos deu o pão do Céu, mas é o meu Pai quem vos dá o
verdadeiro pão do Céu, pois o pão de Deus é aquele que desce do Céu
e dá a vida ao mundo.» Disseram-lhe então: «Senhor, dá-nos sempre
desse pão!» Respondeu-lhes Jesus:«Eu sou o pão da vida. Quem vem
a mim não mais terá fome e quem crê em mim jamais terá sede.




No silêncio da manjedoura - Visão cubista/neoplasticista

 

Esta foi a minha visão para o menino Jesus deste ano 2024, entre o cubismo: fragmentação e múltiplos pontos de vista e o neoplasticismo: onde existe um domínio acentuado das cores primárias e de espaços mais simplificados, com predominância das formas horizontais e verticais, ainda que esta obra não pertença ao dominio de um ou de outro estilo, pois a influência de um neo medievalismo, encontra-se também presente.  Com esta obra, pretendo homenagear o Deus menino, que se fez Homem e habitou entre nós, comuns mortais.  Desejo a todos/as um Santo e Feliz Natal e que bem sabe desejar um Feliz Natal abertamente, sem camuflar as palavras com as boas festas ou com o Pai Natal, que seja dada a honra a quem a merece, Feliz Natal Menino Jesus!  #natal #meninojesus #cubismo #neoplasticismo



No silêncio da manjedoura
Visão cubista/neoplasticista
Ano: 2024
Acrílico sobre tela, 50 x 40 cm
Obra assinada no verso

Esta foi a minha visão para o menino Jesus deste ano 2024, entre o cubismo: fragmentação e múltiplos pontos de vista e o neoplasticismo: onde existe um domínio acentuado das cores primárias e de espaços mais simplificados, com predominância das formas horizontais e verticais, ainda que esta obra não pertença ao dominio de um ou de outro estilo, pois a influência de um neo medievalismo, encontra-se também presente.

Com esta obra, pretendo homenagear o Deus menino, que se fez Homem e habitou entre nós, comuns mortais.

Desejo a todos/as um Santo e Feliz Natal e que bem sabe desejar um Feliz Natal abertamente, sem camuflar as palavras com as boas festas ou com o Pai Natal, que seja dada a honra a quem a merece, Feliz Natal Menino Jesus!



A Paz

 

Pintura acrílica A Paz por Paulo Fontes neopop art


A Paz
Ano: 2024
Acrílico sobre tela, 40 x 60 cm

Obra apresentada na exposição  “Entre Versos e Cores, Existem Amores”, de Poesia / Pintura, no Centro Cultural de Rio Tinto



A Paz



A Paz na Terra, tão frágil como uma pomba,

Cambaleia, perante o orgulho, a arrogância e a altivez

Que a faz tremer de dor, sofrimento e por fim, morte.


A Paz, tão frágil como uma pomba,

Deseja ser acarinhada, como um recém nascido,

Embalada, não com armas de destruição maciça

Mas com o sussurro do perdão.




Paulo Fontes




Obra e poemas publicados no n.º 37 do “Lavra… Boletim de Poesia”, referente aos meses de Janeiro/ Fevereiro / Março de 2025.

No link abaixo podem ler ou baixar todos os números editados até à data:







La Morenita del Tepeyac - Nossa Senhora de Guadalupe


 

La Morenita del Tepeyac
Nossa Senhora de Guadalupe
Ano: 2023
Lápis sobre papel


México, 12 de dezembro de 1531. Um indígena de 57 anos, da tribo náuatle e chamado Juan Diego, é testemunha da aparição de “uma Senhora do céu”, que se identifica como “a Mãe do verdadeiro Deus”, na colina do Tepeyac, próxima do lugar onde hoje se ergue a gigantesca Cidade do México. A Senhora pede a Juan Diego que, com o manto dele, recolha as rosas de Castela que tinham florescido ali, inexplicavelmente, apesar do inverno, e as apresente ao arcebispo dom Juan de Zumárraga como prova da aparição.
O manto em questão, chamado tilma, era feito de um tecido muito pobre, de fibra de cacto, típica vestimenta dos indígenas locais. Quando Juan Diego desdobrou a tilma com as rosas diante do arcebispo, as pessoas presentes no recinto perceberam que tinha ficado impressa sobre o manto a imagem que hoje o mundo inteiro conhece como a de Nossa Senhora de Guadalupe.
Ao longo dos séculos, a tilma foi analisada em diversas ocasiões por cientistas que nunca conseguiram determinar de que maneira aquela imagem surgiu sobre o tecido. Mais impressionante ainda: não é uma imagem pintada ou estampada “no” tecido: ela “flutua” ligeiramente “acima” do tecido. Além disso, a imagem de Nossa Senhora impressa sobre o manto de São Juan Diego tem outras características extraordinárias que desafiam a ciência há cinco séculos. Três delas:

Os cientistas demonstraram que a imagem sobre o manto não é uma pintura: é literalmente uma impressão e é impossível fazer qualquer réplica dela;
O manto tem características de um corpo humano vivo, como a temperatura constante de 36.6 a 37 graus Celsius e reflexos inexplicáveis na retina de Nossa Senhora;
O manto, apesar da péssima qualidade, parece ser indestrutível, tendo inclusive se auto-restaurado após um acidente em que deveria ter sido corroído por ácido nítrico.

Fonte: Aleteia

São Jorge e o Dragão

 

Através desta pequena obra, presto a minha homenagem a São Jorge da Capadócia, nascido por volta de 275 a 280, na região da Capadócia (Turquia), na era do Imperador Diocleciano, este herói filho de pais cristãos, que morreu por não renegar a sua fé (23 de abril de 303), sempre me fascinou, pois cresci numa comunidade da qual ele é padroeiro, Caldas de São Jorge, no entanto a minha atração por esta figura deve-se à história fragmentada que nos chegou, embelezada pelas lendas de cavalaria medieval e pelo simbolismo cristão: o dragão, simboliza o mal, o demónio, a perseguição aos cristãos pelo Império romano, mais tarde nas cruzadas penso que simbolizou também os infiéis, quanto às suas vestes, o manto vermelho simboliza o martírio, pois São Jorge foi decapitado durante as perseguições aos cristãos, ainda que fosse uma alta patente do imperador, não renegou a sua fé, mesmo depois de ter sido torturado e aliciado com riquezas e outros bens, a armadura de São Jorge simboliza a armadura do cristão, que São Paulo descreve na carta aos Efésios 6, 10-18, a couraça representa a justiça, o capacete representa a certeza da salvação, o cinturão a verdade, o calçado a prontidão em anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, a espada e a lança representam a palavra de Deus, Hebreus 4,12, o cavalo de São Jorge normalmente é representado de branco cor da pureza, na minha obra por razões de ordem pessoal e estética representei-o num cavalo castanho.     Oração a São Jorge  Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro, invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abre meus caminhos.  Eu andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter para me fazerem mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.  Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estendei vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e grandeza. Ajudai-me a superar todo desânimo e a alcançar a graça que vos peço (pedido). Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade.


São Jorge e o Dragão
Ano: 2022
Acrílico sobre tela, 70 x 60 cm


Através desta pequena obra, presto a minha homenagem a São Jorge da Capadócia, nascido por volta de 275 a 280, na região da Capadócia (Turquia), na era do Imperador Diocleciano, este herói filho de pais cristãos, que morreu por não renegar a sua fé (23 de abril de 303), sempre me fascinou, pois cresci numa comunidade da qual ele é padroeiro, Caldas de São Jorge, no entanto a minha atração por esta figura deve-se à história fragmentada que nos chegou, embelezada pelas lendas de cavalaria medieval e pelo simbolismo cristão: o dragão, simboliza o mal, o demónio, a perseguição aos cristãos pelo Império romano, mais tarde nas cruzadas penso que simbolizou também os infiéis, quanto às suas vestes, o manto vermelho simboliza o martírio, pois São Jorge foi decapitado durante as perseguições aos cristãos, ainda que fosse uma alta patente do imperador, não renegou a sua fé, mesmo depois de ter sido torturado e aliciado com riquezas e outros bens, a armadura de São Jorge simboliza a armadura do cristão, que São Paulo descreve na carta aos Efésios 6, 10-18, a couraça representa a justiça, o capacete representa a certeza da salvação, o cinturão a verdade, o calçado a prontidão em anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, a espada e a lança representam a palavra de Deus, Hebreus 4,12, o cavalo de São Jorge normalmente é representado de branco cor da pureza, na minha obra por razões de ordem pessoal e estética representei-o num cavalo castanho.  


Oração a São Jorge


Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro,
invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abre meus caminhos.

Eu andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem,
tendo mãos não peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter para me fazerem mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estendei vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e grandeza.
Ajudai-me a superar todo desânimo e a alcançar a graça que vos peço (pedido).
Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade.

Pentecostes

 

Respirai em mim, ó Espírito Santo, para que todos os meus pensamentos possam ser santos. Agi em mim, ó Espírito Santo, para que meu trabalho também possa ser santo.  Aproximai-vos do meu coração, ó Espírito Santo, para que eu só ame o que for santo. Fortalecei-me, ó Espírito Santo, para que eu defenda tudo o que for santo. Guardai-me, pois, ó Espírito Santo, para que eu sempre possa ser santo. Amém.   Oração atribuída a santo Agostinho de Hipona


Pentecostes
Ano:2021
Carvão e caneta sobre papel

Desenho criado para um fim de semana criativo, no qual tive o prazer de participar com um grupo de pessoas excepcionais.



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Respirai em mim,
ó Espírito Santo,
para que todos os meus pensamentos
possam ser santos.
Agi em mim,
ó Espírito Santo,
para que meu trabalho
também possa ser santo.

Aproximai-vos do meu coração,
ó Espírito Santo,
para que eu só ame
o que for santo.
Fortalecei-me,
ó Espírito Santo,
para que eu defenda
tudo o que for santo.
Guardai-me, pois,
ó Espírito Santo,
para que eu sempre
possa ser santo.
Amém.


Oração atribuída a santo Agostinho de Hipona









O concerto, elogio a Maximilian Kolbe (visão cubista II)

gio a Maximilian Kolbe (visão cubista II) Ano: 2021 Técnica mista: Acrílico, areia e papel de parede sobre tela, 60 x 81 cm  Maximilian Kolbe, foi um padre católico polaco, que se ofereceu para morrer no lugar de um estranho (um pai de família), no campo de concentração de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.  Conheci esta História em pequeno e reencontrei-a agora por duas vezes, resumindo: após a fuga de um prisioneiro do campo de concentração de Auschwitz, o vice-comandante do acampamento escolheu dez homens para morrerem à fome num bunker, a fim de desencorajar novas tentativas de fuga, quando um dos homens selecionados, gritou: _Minha esposa! Meus filhos! Maximilian Kolbe ofereceu-se para morrer no lugar dele. Após duas semanas, apenas Maximilian Kolbe permaneceu vivo, os guardas queriam libertar o bunker, então deram a Kolbe uma injeção letal de ácido carbólico.



O concerto,
elogio a Maximilian Kolbe (visão cubista II)
Ano: 2021
Técnica mista: Acrílico, areia e papel de parede sobre tela, 60 x 81 cm

Maximilian Kolbe, foi um padre católico polaco, que se ofereceu para morrer no lugar de um estranho (um pai de família), no campo de concentração de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.

Conheci esta História em pequeno e reencontrei-a agora por duas vezes, resumindo: após a fuga de um prisioneiro do campo de concentração de Auschwitz, o vice-comandante do acampamento escolheu dez homens para morrerem à fome num bunker, a fim de desencorajar novas tentativas de fuga, quando um dos homens selecionados, gritou: _Minha esposa! Meus filhos! Maximilian Kolbe ofereceu-se para morrer no lugar dele. Após duas semanas, apenas Maximilian Kolbe permaneceu vivo, os guardas queriam libertar o bunker, então deram a Kolbe uma injeção letal de ácido carbólico.

Referências:




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Evolução da obra: 























O bom pastor




O bom pastor
Ano: 2021
Acrílico, carvão e giz sobre platex, 66 x 45,5 cm

...

''Deus é um artista, e o universo é a sua obra ''


São Tomás de Aquino



Nenhum grande artista vê as coisas como realmente são. Caso contrário, deixaria de ser um artista.

Um verdadeiro artista está-se completamente nas tintas para o público. O público não existe para ele.

A forma de governo mais adequada ao artista é a ausência de governo. Autoridade sobre ele e a sua arte é algo de ridículo.


Oscar Wilde


Nenhum artista suporta o real. Qualquer artista, olhando para trás, tem a sincera opinião de que o verdadeiro valor de uma coisa é uma «sombra» que pode ser fixada nas cores, na forma, no som, no pensamento.


Friedrich Nietzsche


A escola pode aperfeiçoar o artista, criá-lo, nunca; porque não se melhora senão o que já existe.


Paolo Mantegazza


Um artista nunca pode ser absolutamente ele mesmo em público, pelo simples facto de estar em público. Pelo menos, ele precisa sempre de ter alguma forma de defesa.


John Lennon


Só é artista aquele que é capaz de transformar a solução num enigma.


Karl Kraus



A vaidade do artista é uma defesa contra os que o negam.

Se és artista, não fales em ser maior ou menor, para não confundires a tua obra com uma prova de atletismo.


Vergílio Ferreira


É necessário certo grau de cegueira para poder enxergar determinadas coisas. É essa talvez a marca do artista. Qualquer homem pode saber mais do que ele e raciocinar com segurança, segundo a verdade. Mas exactamente aquelas coisas escapam à luz acesa. Na escuridão tornam-se forforescentes.


Clarice Lispector


Eu acho que no artista, e mesmo fora do artista, na vida, o subconsciente resolve muita coisa e trabalha tudo. E de vez em quando atira uma coisa para o consciente. Está tudo guardado nessa grande mala que herdamos, que vem no sangue.


Manoel Oliveira


A característica comum de todos os artistas representativos é que incluem todas as espécies de tendências e correntes.


Fernando Pessoa


Arcanjo São Gabriel




Arcanjo São Gabriel
Ano: 2017
Caneta sobre papel Canson
Não disponível


“E se eu fosse à estação de Montparnasse, em Paris, e me maravilhasse com as macieiras do Japão que explodem em cores, eu juntaria o meu louvor ao coro dos anjos? ”


Pascal Ide



“Conduze-me doce luz, na escuridão que me envolve,
conduze-me às alturas!
A noite é espessa e eu estou longe da minha casa:
conduze-me às alturas!
Dirige os meus passos porque eu não vejo nada;
que eu veja somente a cada passo.
Antes, eu estava longe de te pedir.
Eu queria eu mesmo escolher o meu caminho,
acreditava poder determiná-lo com a minha própria luz,
apesar do precipício.
Com orgulho, eu elaborava os meus objetivos.
Mas agora, esqueçamos tudo isso
Tu me proteges há tanto tempo,
que aceitarás me conduzir ainda:
além dos pântanos, dos rios e das armadilhas que me espreitam,
até o fim da noite,
até a aurora em que os anjos me sinalizarão.
Ah! Eu vos amo há tanto tempo,
por um pouco de tempo apenas e eu vos esqueci.
Assim seja. ”


Cardinal John Henry Newman (1801-1890)


A PAIXÃO DE CRISTO



De 18 de Novembro a a 14 de Dezembro, decorre a exposição ''A PAIXÃO DE CRISTO'', no PURO SABOR, loja e café de comércio de produtos provenientes da agricultura biológica...

Situado na rua Antero Andrade Silva, loja 71 Santo André, Santa Maria da Feira.

Aberto de segunda a sábado das 08:00 às 20:00 e aos domingos das 08:00 às 14:00

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