A Exposição Temática " 20 anos depois de Eugénio de Andrade " despede-se da nossa freguesia, este fim de semana.
Obrigada, Associação GensArte , pela vossa presença neste espaço AM'ARTE LAMAS, que nasceu em setembro de 2022, para amar todo o tipo de arte e oferecer com amor a Santa Maria de Lamas!
''No silêncio da Luz'', obra de Jaime R. Ferreira, para o qual tive o prazer de escrever o poema ''No Silêncio da Luz''.
No silêncio da luz
O eco dos últimos passos dissipa-se por entre o nevoeiro que se levanta, ante a presença de uma alma esquecida à voracidade do minotauro, que deambula entre tempos, buscando a quem devorar,
passado, presente, futuro...
As ideias materializam-se, numa constância cadente rompendo o vazio quase absoluto, que outrora imperou naquele lugar,
há quem diga, que a esperança se esconde lá longe numa serra que recorta o céu, mas ela caminha noutra direção, habitando em si mesma alheada das formas, no silêncio da luz.
Synergia Criativa Parcerias: no Brasil- Galeria de Arte Costaeira; TV Zabumbambus Costaeira Arte e Cultura; Café com Letras Hita Dutra. : em Moçambique – MatsoloArtes; Tania Hristova : em Portugal – Agrupamento Escolas Irmãos Passos; Cavacas de Pinhel : Na Coreia do Sul – ICAF; Haegeumgang Theme Museum/ Yoo Kyung Museum of Arte.
Participo desta vez com um poema: ''Flores Tropicais'' dando assim voz à obra com o mesmo nome, do artista brasileiro: Renato Freitas
No coração da arte, a palavra também ganha forma. Convidamo-lo(a) a juntar-se a nós para uma tertúlia de poesia, onde versos se entrelaçam com pinceladas e emoções.
Local: Multiusos de Gondomar Data: 16-08-2025 Hora: 16h00
Venha ouvir e sentir a poesia que habita Gondomar. A entrada é livre, o espírito é criativo, e o momento… inesquecível.
Algumas fotos daTertúlia, unidos pela arte e poesia
Multiusos de Gondomar, organização Associação GensArte
Em vídeo, um dos dois meus poemas declamados nesta tertúlia, pela minha esposa Ana Reis.
sobrevoando a mulher nuvem, reclinada sobre as montanhas. Peter o coelho sonolento, havia mergulhado as pantufas no tapete de relva, junto à torre de observação de sonhos.
O lago, adormece por fim, borbulhando um rebento de sol e exalando o barco de Kandinsky para perto da margem. Ali, uma carroça da vendedora de flores, sustem a respiração junto à árvore do esquecimento.