Luz Y Sombra

Sábado à tarde, finalmente o céu nublado, sem o calor tórrido que tem assolado esta terra nos últimos dias, tempo ideal para ver uma exposição, aqui bem perto de casa, na CCL - Casa da Cultura de Lourosa, ''Luz Y Sombra'' de Albano Ruela e José Oliveira. 

Ao fim de largos anos, volto a reencontrar o artista plástico Albano Ruela, havíamos exposto lado a lado na I Trienal de Macieira de Cambra, mais tarde foi um dos artistas convidados na iniciativa CAOS/STOP À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - que organizei na Casa da Cultura de Lourosa, que juntou artistas plásticos, músicos, poetas, escritores, etc 

Voltando a esta exposição Luz Y Sombra, que termina amanhã, encontrei uma serie de trabalhos que surgiram desta parceria/oposição (Albano Ruela e José Oliveira), de forte influência gótica, mas com contrastes luminosos de arranjos estéticos também suaves.  
 














No jardim IV




No jardim IV
Ano: 2016
Acrílico sobre tela 35 x 50 cm
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No jardim II




No jardim II
Ano: 2016
Acrílico sobre tela 50 x 35 cm



Parque Biológico de Gaia

Hoje fui à descoberta do Parque Biológico de Gaia, uma visita que durou o dia inteiro com um percurso de 3000 metros, por entre 35 hectares, na companhia da família e bons amigos/as, que se juntaram à jornada. 

Fauna, flora, casas rurais, exposições e outras surpresas... o telemóvel sem bateria, não permitiu muitos registos, mas partilho aqui alguns momentos, fica a sugestão, visitem, levem a família, os amigos, as crianças, os bilhetes esses ficam a 3 € para os adultos e 1 € para as crianças. 

Fiz o percurso por duas vezes, e espero voltar em breve.
























Vita brevis, carpe diem

Após alguns dias de descanso intelectual, ao lado de alguns amigos e família, que prefiro preservar na intimidade (há momentos que nos pertencem, nem que seja durante um piscar de olhos), pois vivemos numa cultura de exposição pessoal absurda, em que tudo o que é vivido, é partilhado nas redes sociais, eis-me de volta aos pincéis, a preparar a próxima exposição, que em breve será aqui anunciada. 






Boas férias.



Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva/MHNC-UP

Um dos melhores espaços que visitei nos últimos tempos, ciência, literatura e arte, conhecia apenas o o jardim botânico (que já não visitava à largos anos...), a Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, instalada naquela que foi a casa da família de Ruben A. e de Sophia de Mello Breyner, a Casa Andresen, como ficou conhecida, foi inaugurada por Sua Execlência o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa a 30 de junho de 2017


Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva/MHNC-UP

Aberto: Terça a domingo | 10h00 à 18h00 (Última entrada: 17h30) | Open: Tuesday to Sunday | 10h00 to 18h00 (Last admission: 17h30)

Preços | Entry fees

5,00 € – Bilhete regular | Regular ticket
14,00 € – Bilhete de família (2 adultos e descendentes até aos 18 anos) | Family ticket (2 adults and descendants up to 17 years old)
4,00 € – Bilhete de grupo (por pessoa, mínimo de 10) | Group ticket (per person, minimum 10)
2,50 € – 5-18 anos, Cartão Jovem ou Estudante | 5-18 years old, Youth Card, Student
2,50 € – Porto Card
2,50 € – Sénior (> 65 anos) | Senior (> 65 years old)
3,50 € – Colaboradores da U.Porto e da Rede de Centros Ciência Viva | U.Porto and Ciência Viva Network collaborators

Visita guiada para grupos (mínimo 8 e máximo 20) – acréscimo de 1,50 € sobre o preço do bilhete | Guided group visit (minimum 8, maximum 20) – 1,50 € extra over the cost of the ticket


Entrada gratuita | Free entry:
Crianças até aos 4 anos | Children up to 4 years old
Professores e jornalistas (em exercício profissional) | Teachers and press members (on duty)
Acompanhantes de pessoas com mobilidade reduzida ou invisuais | Caretakers
Segundo domingo de cada mês – 10h00 – 13h00 | Second Sunday of the month – 10h00-13h00
















Aqui numa amigável discussão, com Charles Darwin, ''criacionismo vs evolucionismo'', ficamos num impasse, espero voltar em breve.







CARMEN SANTAYA - "Sensação e Percepção"

Estive presente na inauguração da exposição "Sensação e Percepção",da Carmen Santaya , na Galeria Vieira Portuense, no largo dos Loios, no Porto. Carmen Santaya apresenta-nos trabalhos muito intensos, da paisagem à natureza morta, passando pelo retrato.. cores vibrantes, de grande influência fauve ou pré expressionista, recomendo vivamente, a exposição que foi inaugurada este sábado 8 de Julho, pode ser vista até 5 de Agosto.

Galeria Vieira Portuense
Largo dos Lóios, nr.º 50
4050-338 Porto


Horário:

Terça a Sexta 14 às 19 horas
Sábado 9:30 às 12:30 e das 14 às 19 horas





















Anjo Gabriel



Anjo Gabriel
Ano: 2017
Caneta sobre papel Canson
Não disponível


Rei Artur e Speedy Gonzalez



Ao passar na livraria Vício das Letras, em Santa Maria da Feira, reencontrei estes dois trabalhos ''antigos'', Rei Artur (2009) e Speedy Gonzalez (2012).




É sempre bom reencontrar velhos amigos.


SERRALVES

Uma serie de exposições levaram-me hoje a SERRALVES - Museu de Arte Contemporânea: 

* INCERTEZA VIVA: UMA EXPOSIÇÃO A PARTIR DA 32ª BIENAL DE SÃO PAULO
* FOTOestruturalismo: a composição da página enquanto conceito 
* JULIE MEHRETU: Uma História Universal de Tudo e de Nada 
* COLEÇÃO DE SERRALVES: 1960-1980 
* SPLITTING, CUTTING, WRITING, DRAWING, EATING… GORDON MATTA-CLARK 

O tempo é sempre insuficiente para ver tudo, mas há sempre trabalhos em que se passa à frente sem pestanejar, enquanto outros obrigam a uma séria reflexão. 

Algumas fotos...


What da hell is that?




Encontrei algo similar depois do almoço...
Uma instalação que posso ceder de bom grado.





Agora a sério, aparte esse murro no estômago, a restante visita correu praticamente sem incidentes visuais, ''praticamente'', excepto... se quisesse ver fardos de palha, não teria saído da aldeia hoje de manhã e percorrido 60 KM de ida e volta à Invicta cidade do Porto, teria deambulado pelos campos que por aqui pululam e teria ainda usufruído do canto matinal dos pássaros, do ar puro, etc
      



And Now: o que gostei...














                                                                           





A minha peça preferida










 Ao lado de uma obra de Man Ray




A arte contemporânea acende grandes debates e é bom que assim seja, mas, deve sempre despertar o interesse de quem a vê, caso contrário perde o seu significado como expressão máxima do ser humano.