Oliva Creative Factory

Domingo de manhã, ainda ia no primeiro café/ cimbalino/ na primeira bica do dia, já perceberam, após algumas noites mal dormidas, fui ver o que havia de novo na Oliva Creative Factory, em São João da Madeira, esperavam-me duas novas exposições, “Os animais que ao longe parecem moscas” de João Maria Gusmão e Pedro Paiva e ‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre, vivi momentos de alienação quase total, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, foram os mais jovens artistas a representar Portugal na Bienal de Veneza, em 2009. Pessoalmente não gostei, não me disse nada, nem tem que me dizer nada, como dizia Max Ernst ‘’A arte nada tem a ver com o gosto. A arte não está lá para ser degustada.’’ 

Adiante, ‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre, aqui voltamos à arte bruta, género que aprecio relativamente há cerca de uma década, um pouco mais, um pouco menos, já tinha visto parte da coleção, numa exposição que ainda decorre e que deve estar quase, quase a terminar neste mesmo espaço, Oliva Creative Factory, gostei parcialmente, tendo apreciado especialmente, o trabalho de Dwight Mackintosh. 

Seguem algumas fotos de ambas as exposições, mas, nada como passar pela Oliva e tirarem as vossas próprias conclusões, tendo em conta que a entrada é gratuita ao domingo de manhã, é sempre uma mais-valia para os que procuram um espaço onde possam encontrar arte.


“Os animais que ao longe parecem moscas” de João Maria Gusmão e Pedro Paiva

















‘’As leis do número de ouro’’, obras da coleção Treger/Saint Silvestre





















Natureza morta com cesta azul e limões




Natureza morta com cesta azul e limões
Março de 2017
Técnica mista sobre tela (acrílico e óleo), 35 x 55 cm



SketchBook

Mais um caderno de esboços a chegar ao fim, ideias, apontamentos, desenhos, rascunhos, enfim... um diário visual, quanto ao valor que se possa atribuir a cada um deles, é-me indiferente, em parte são pessoais, em parte públicos, não estão disponíveis, embora algumas folhas sejam soltas para encontrar outra forma de estar. 
















Caneta sobre papel, ano de 2017



Uma forma de matar o tempo, antes que o tempo me mate a mim

Horas mortas... tic, tac... tic, tac...
A hora da morte já há muito que está marcada, não adianta fugir, até lá...













Caderno de esboços, ano de 2017...



Serie de estudos para uma natureza morta

Serie de estudos para uma natureza morta, duas peças encontradas no lixo, uma jarra de barro e um objecto também de barro, qual taça, ou depositário de terra e flores, em estado pouco degradado, depois de uma ligeira limpeza, passaram a fazer parte dos objectos que uso para focar a atenção... 
O que tem de especial? Nada. 

''Nada é trivial''





















Serie de estudos para uma natureza morta
Ano de 2017
Caneta sobre papel, caderno de esboços



Exposição de Pintura de Armando Rosendo.










Hoje visitei a exposição de pintura do artista e amigo Armando Rosendo, que está a decorrer na livraria Vício das Letras, em Santa Maria da Feira, a exposição pode ser vista até 9 de Junho, com obras desde 1975 (criadas ainda em Angola), até ao período mais actual

RECOMENDO